brincaraqui

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sábado, 15 de junho de 2013

As árvores do nosso jardim

Há muito que andamos para abordar o tema das plantas autóctones e exóticas. Mas o currículo em educação pré-escolar é assim, às vezes leva-nos por caminhos diferentes, ainda que se atinjam os mesmos fins. Na educação pré-escolar importa que as crianças despertem para o que as rodeia, aprendam que existem plantas diferentes (no aspeto, na utilidade para o homem, mas também na adaptação aos ambientes) que estas têm nomes comuns, mas também   nomes científicos (aqueles que os cientistas usam em todo o mundo). Importa que despertem para o gosto de aprender para compreender o mundo que as rodeia.
Estas são as árvores do nosso jardim, um começo para podermos abordar a questão autóctones/exóticas. Se calhar já não vai ser possível este ano letivo, ficará o mote para reiniciar em setembro.
 Obrigada à LACAM que ajudou a identificar as plantas e à professora Filomena que fez as placas.











quarta-feira, 12 de junho de 2013

Visita às cegonhas

O fim do ano é assim... Cá fica um post com alguns dias de atraso, a visita às cegonhas que existem  em abundância por aqui. Em nome das crianças, obrigada à LACAM e à Central Termoelétrica de Lares pela viagem, ao Centro de Interpretação do Paúl de Arzila pela hospitalidade e informação.


À procura dos ninhos à beira rio e nos postes de alta tensão
Brincadeiras no parque de merendas
Faz -de-conta que somos cegonhasI
Faz-de-conta que somos cegonhas II
Registo gráfico individual
Registo gráfico de grupo

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Os jardins de infância jogaram Boccia

No dia 5 de junho, três jogadores de Boccia e os seus treinadores da APCC vieram à Carapinheira ensinar, aos meninos dos jardins de infância de Meãs do Campo e Carapinheira, um desporto para pessoas com deficiência, inspirado em jogos tradicionais.
A primeira visão das crianças com paralisia cerebral gerou de imediato as perguntas dos mais pequenos: “A menina não anda? Não fala? Porquê? Está doente? Vai ficar sempre assim?”Mas ao ver os jogadores jogar, depressa de dissiparam as questões das diferenças. Eles são muito bons, melhores do que nós  a jogar Boccia. Todos experimentámos jogar e sentimos a dificuldade  da precisão que exige este jogo. Torcemos uns pelos outros e, no fim, os adultos presentes (educadores, auxiliares e pais) também jogaram. Ganharam os vermelhos, mas isso não importa nada, os azuis ficaram contentes na mesma.





quarta-feira, 5 de junho de 2013

A cegonha branca


ai de vento em popa o nosso projeto da cegonha branca no jardim de infância de Carapinheira.
Estamos a construir um livro sobre o que vamos aprendendo sobre esta ave simpática,  vamos experimentar fazer um ninho para colocar no exterior e amanhã fazemos uma viagem de Montemor-o-Velho ao Paúl de Arzila, visitando  o caminho dos ninhos de cegonha. Uma forma de comemorar com um dia de atraso o Dia Mundial do Ambiente. Tivemos o apoio da Liga dos Amigos dos Campos do Mondego e  da Central Termoelétrica de Lares para a realização da viagem.
Por hoje ficam as fotos dos trabalhos feitos em papel vegetal e colocados na janela.




vista de dentro
vista de fora


quinta-feira, 30 de maio de 2013

A participação nas atividades criativas da Geração Depositrão (Eco-escolas)


Foi assim que os meninos no jardim de infância de Carapinheira, com a ajuda da educadora Teresa, pensaram uma cegonha branca feita de pilhas.






quarta-feira, 29 de maio de 2013

Feira de Montemor-o-Velho

Hoje foi a vez do grupo Branca de Neve ir à feira vender  as velas feitas com óleo de cozinha usado.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Dia Internacional do Brincar


Desde a minha dissertação de mestrado, em 1999, que não entrevistava  crianças a propósito do brincar. É sempre um prazer. É fantástico o que elas sabem sobre esse assunto.

Brincar é...
giro - Sofia
divertido - Ana Mafalda
gosto de brincar - Martim
é o que nós precisamos - Martim
dá imaginação - Mariana
ajuda os mais pequenos a aprender - Rodrigo
dá energia - Carolina Santos
ajuda a aprender a partilhar - Ana Mafalda

Gosto de brincar, porque...
é bom - Mariana
é fixe - Carolina Santos
ajuda-nos a exercitar as mãos - Rodrigo
gosto de fazer armas - Daniel
gosto de máscaras - Tiago
gosto de ir para a casinha - David
gosto de ir para o computador - Bryan
gosto de ir para a pintura - Simão
gosto de ir para os jogos - Tiago
gosto de ir para os livros - Daniel
gosto de ir para os desenhos - Simão

Quando brinco...
consigo fazer tudo -Mariana
fico contente - Ana Mafalda
consigo construir tudo a tentar - Martim
aprendo coisas novas - Mafalda
aprendo a ajudar os mais pequenos -Rodrigo
aprendo a ler e os números - Martim
aprendo a escrever - Daniel
aprendo a ir para a casinha - David
aprendo a portar-me bem - Simão
aprendo a fazer desenhos - Carolina





quinta-feira, 23 de maio de 2013

Papel velho, papel novo


Quando falámos das árvores, no JI de Carapinheira, percebemos que são importantes para muitas coisas, nomeadamente para transformar naquele papel onde gostamos de fazer desenhos e pinturas. Para não "matar" muitas árvores precisamos de poupar papel, não usar muitas folhas ao mesmo tempo, por exemplo.
Outra coisa que já sabemos fazer é separar o papel no papelão para reciclar, quer dizer, para fazer papel novo de papel velho.
O grupo Branca de Neve experimentou mesmo reciclar papel.







quarta-feira, 22 de maio de 2013

De onde vem o sal que pomos na comida?


A pergunta surgiu a partir de uma situação de culinária no grupo Palhaço.
Muitos meninos achavam que o sal vem das fábricas, mas alguns sabiam que vem do mar. Mas como? Ninguém sabia...
Então a Ofélia pediu ao Martim que vive à beira-mar para trazer um garrafão de água do mar. Ele trouxe.
Provámos a água, para saber se era mesmo do mar, mas muitos meninos achavam que era "doce". Fomos buscar açúcar e misturámos com água para poder comparar.

Depois observámos, a olho nu e com lupa para descobrir o sal, mas não o encontrámos!


Alguns meninos acharam que com uma rede conseguiríamos separar o sal, porque "ele está misturado com água".


Mas não!
Depois os meninos acharam que o problema estava na rede, porque era "muito larga". Fomos buscar um pano que tem buraquinhos muito pequeninos e fizemos um filtro.

Nada! "Não se vê porque é branco", disseram alguns meninos. Fomos buscar um pano preto.

Ainda não foi desta. Depois a Mafalda disse que sabia a resposta, porque a mãe lhe tinha explicado. "A água evapora e deixa ficar o sal". Pronto, então vamos deixar a água num sítio quentinho para ver o que acontece.

E cá está ela na mesa da ciência.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Afinal as batatas crescem debaixo da terra!

Arrancámos as  batatas na horta do JI de Carapinheira e descobrimos que crescem debaixo da terra! Muitos meninos pensavam que cresciam em cima da terra, a partir de flores. Pois é, agora sabemos que as batatas são uma espécie de raízes. E sabem o que fizemos com as batatas? Sopa de alface! Ficou verde como a sopa da história e os meninos gostaram.

Joaninhas


Primeiro o ataque informático, depois uma avaria na máquina fotográfica... De hoje não passa.
Para começar, o painel das joaninhas que os meninos do grupo Palhaço fizeram com tanto empenho. Um produto resultante de um projeto sobre joaninhas (as outras fotografias perderam-se). Entre muitas outras coisas, descobrimos que são insetos, que existem várias espécies, sendo as mais comuns as que representámos no painel. Também observámos na lupa eletrónica que as patas têm pelos e que os seus olhos parecem muitos.
Sabiam que as joaninhas são muito importantes para os agricultores? Comem pulgões que atacam as plantas.
Este painel também nos ajuda a contar...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Largada de pássaros


Participámos na tradicional largada de pássaros no adro da igreja da Carapinheira (pena não termos fotos do momento em que soltámos os pássaros).A Liga dos Amigos dos Campos do Mondego desafiou-nos e nós comparecemos.
Trouxemos pássaros de casa para libertar junto à igreja. A tradição também manda que quando se solta o pássaro se formule um desejo. Que os desejos se concretizem e que os pássaros celebrem e gozem a sua liberdade.
No fim comemos um rico lanche.